segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
O ESPETÁCULO
Eu caio de vez enquanto
dentro de um precipício
que parece não terminar
demora um pouco o retorno
não vá me esperar
A nossa vida ate parece um precipício
e nós olhamos para um picadeiro
nossos olhos entram em desespero
os pés começam a faltar
Há dois pesos em um nossos braços
dificultando mais o equilíbrio
la embaixo o povo grita pula logo
levanto os olhos mas não vejo ninguém
Eu caio de vez enquanto
dentro de um precipício
que parece não terminar
domingo, 16 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
O PÓ QUE EU CARREGO
Como eu queria empestear
A cidade mostrando suas virtudes
Deixando bem claro em algum lugar
Não importe com mal que fazem aqui
Mostra que essa é nossa morada
Que se for preciso
Até os ratos vão se enfileira
E com sua garra vão derrubar
Qualquer um que nos insulte
Por que essa é minha cidade natal
Os bardos vão fazer uma canção
De como um homem
A todos conseguiu contrariar
E depois da morte
Ficou mais popular
E por ele muito se matou aqui
Por que essa é minha cidade natal
Meu pedacinho de pecado que não sai de mim !
Cidade natal
Podem fazer chacota dela sim
Minha cidade natal
Falar mal dela só quem mora aqui
Por mais que os espíritos de porco não compreendam
Seu pó ainda cobre meus pés
E nunca vou limpa-los não
A cidade mostrando suas virtudes
Deixando bem claro em algum lugar
Não importe com mal que fazem aqui
Mostra que essa é nossa morada
Que se for preciso
Até os ratos vão se enfileira
E com sua garra vão derrubar
Qualquer um que nos insulte
Por que essa é minha cidade natal
Os bardos vão fazer uma canção
De como um homem
A todos conseguiu contrariar
E depois da morte
Ficou mais popular
E por ele muito se matou aqui
Por que essa é minha cidade natal
Meu pedacinho de pecado que não sai de mim !
Cidade natal
Podem fazer chacota dela sim
Minha cidade natal
Falar mal dela só quem mora aqui
Por mais que os espíritos de porco não compreendam
Seu pó ainda cobre meus pés
E nunca vou limpa-los não
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